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	<title>Ogra &#187; News</title>
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	<description>Oficina Gráfica</description>
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		<title>Não Pague o Pato!</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 19:29:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caco</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>

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		<description><![CDATA[Vocês conhecem a teoria do Pato? O pato corre? O pato nada? O pato voa? A resposta é sim, mas o Antílope é muito mais veloz, o peixe é melhor nadador e a águia melhor voadora. Cito a Teoria do Pato, pois ela facilmente pode ser traduzida para a realidade da Indústria Gráfica. Quando acreditamos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src='http://ogra.com.br/wp-content/plugins/simple-post-thumbnails/timthumb.php?src=/wp-content/thumbnails/1286.jpg&amp;w=200&amp;h=150&amp;zc=1&amp;ft=jpg' alt='post thumbnail' /></p>
<p>Vocês conhecem a teoria do Pato? O pato corre? O pato nada? O pato voa? A resposta é sim, mas o Antílope é muito mais veloz, o peixe é melhor nadador e a águia melhor voadora.</p>
<p>Cito a Teoria do Pato, pois ela facilmente pode ser traduzida para a realidade da Indústria Gráfica. Quando acreditamos que uma única ferramenta pode fazer tudo e ainda com alta qualidade e precisão, podemos estar indo pelo caminho errado e pagar o Pato!<span id="more-1286"></span></p>
<p>Os Profissionais Criativos mais experientes já sabem que precisam utilizar as ferramentas certas para cada finalidade e jamais utilizar um único Software para construir arquivos. Quando um arquivo é construído exclusivamente em um único Software como o Corel Draw por exemplo, e este arquivo possue inúmeras páginas, imagens, logos, degradês entre outros efeitos, a chance de algo sair errado é enorme.</p>
<p>O Corel Draw é um excelente programa desenvolvido com a finalidade de desenhar logotipos, figuras e facas ou qualquer arte vetorial, mas não é indicado para construir grandes arquivos de Catálogos e Revistas por exemplo.</p>
<p>Do mesmo jeito que não recomendamos utilizar apenas o Corel para se fazer um arquivo completo, o Illustrator, que é outra excelente ferramenta para a criação de arte vetorial, também não deve ser utilizado como uma ferramenta faz tudo!</p>
<p>O Photoshop, mais popularmente conhecido software para tratamento de imagens, é o melhor software do mercado, mas é igualmente péssimo para diagramação.</p>
<p>Já o InDesign é o programa ideal para desenvolver layouts de páginas, criação de jornais, catálogos e folders. Ele deve ser o programa utilizado para diagramação do arquivo, recebendo textos do Word, imagens tratadas do Photoshop e vetores do Illustrator e ou Corel.</p>
<p>Em resumo, não acredite em ferramentas milagrosas que sejam capazes de fazer de tudo, utilize sempre o que existe de mais adequado e específico em cada ferramenta, pois somente assim a construção de seus arquivos para impressão serão de alta qualidade e satisfarão os clientes por completo.</p>
<p>Por:  Carlos Suriani</p>
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		<title>Campanha:Imprimir é dar Vida!</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Nov 2011 15:17:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caco</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>

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		<description><![CDATA[Você sabia que no Brasil as árvores destinadas à produção de papel provêm de florestas plantadas? Essas florestas são culturas agrícolas, lavouras, como tantas outras. Somos um conjunto de indústrias alinhadas com a ecologia e com a natureza, ou seja, as nossas impressões são extremamente conscientes. Hoje temos processos mais limpos do que a grande [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<iframe width="400" height="300" src="http://www.youtube.com/embed/zAIoWq7L6iM?fs=1&feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><p><img src='http://ogra.com.br/wp-content/plugins/simple-post-thumbnails/timthumb.php?src=/wp-content/thumbnails/1263.jpg&amp;w=200&amp;h=150&amp;zc=1&amp;ft=jpg' alt='post thumbnail' /></p>
<p>Você sabia que no Brasil as árvores destinadas à produção de papel provêm de florestas plantadas?<span id="more-1263"></span></p>
<p>Essas florestas são culturas agrícolas, lavouras, como tantas outras.</p>
<p>Somos um conjunto de indústrias alinhadas com a ecologia e com a natureza, ou seja, as nossas impressões são extremamente conscientes. Hoje temos processos mais limpos do que a grande maioria das indústrias. E, mesmo assim, buscamos todos os dias novas tecnologias de produção que respeitem ainda mais o equilíbrio do meio ambiente.</p>
<p>Portanto não tenha medo de imprimir quando necessário, consumindo com consciência e responsabilidade, não vai faltar e todos ganham!</p>
<p>Saiba mais sobre esta campanha no site: <a href="http://www.imprimiredarvida.org.br">www.imprimiredarvida.org.br</a></p>
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		<title>Selos Verdes: em busca do consumo consciente</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Nov 2011 16:51:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Certificações]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>

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		<description><![CDATA[Provavelmente você já deve ter reparado nos selos FSC e Cerflor que estampam a caixinha do leite que você consome em casa ou no bloco de papéis que você usa em seu trabalho. Ambos, conhecidos como Selos Verdes, são certificações ambientais dadas às empresas que seguem práticas socioambientais corretas e economicamente viáveis. Ou seja, significa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://www.youtube.com/user/painelflorestaltv#p/search/1/iPAa27Eioh0">http://www.youtube.com/user/painelflorestaltv#p/search/1/iPAa27Eioh0</a><p><img src='http://ogra.com.br/wp-content/plugins/simple-post-thumbnails/timthumb.php?src=/wp-content/thumbnails/964.jpg&amp;w=200&amp;h=150&amp;zc=1&amp;ft=jpg' alt='post thumbnail' /></p>
<p><a href="http://www.ogra.com.br/wp-content/uploads/2011/11/images.jpg"></a>Provavelmente você já deve ter reparado nos selos FSC e Cerflor que estampam a caixinha do leite que você consome em casa ou no bloco de papéis que você usa em seu trabalho. <span id="more-964"></span>Ambos, conhecidos como Selos Verdes, são certificações ambientais dadas às empresas que seguem práticas socioambientais corretas e economicamente viáveis. Ou seja, significa que a caixinha do leite e o bloco de papéis foram fabricados com critérios de excelência de qualidade, gerando menor impacto ao meio ambiente.</p>
<p>Por meio destes selos, as instituições certificadoras estão atingindo o objetivo de fazer com que as empresas fabriquem com mais consciência – quem segue um plano de manejo florestal correto extrai pouca matéria-prima e deixa a floresta descansar por 25 anos. Assim, a vegetação se regenera e a preservação da floresta acontece. Por isso, pensar diariamente na responsabilidade ambiental tornou-se algo muito comum para empresas de diversos setores. Hoje em dia quase todas as companhias que lidam diretamente com consumidores e ou que atuam como fornecedoras buscam o reconhecimento das certificações, então procuram direcionar seus esforços à fabricação correta</p>
<p>Valdeque Roveri, Diretor Industrial da Arjowiggins Security, afirma que para a empresa “as certificações ambientais atestam o compromisso em produzir de forma ambientalmente adequada, viabilizando o crescimento do setor de forma sustentável, além de credenciar a participação de uma cadeia de negócios onde figuram empresas que atuam de forma sustentável e de grande valor junto aos consumidores”. A Arjowiggins, líder mundial em soluções integradas de segurança e papéis especiais, possui o selo FSC, além das certificações ISO 9001, ISO 14001 e OHSAS 18001.</p>
<p>Segundo Adriano Canela, Gerente Executivo de Estratégia e Marketing da Suzano Papel e Celulose, a empresa também escolheu adotar os princípios e critérios do FSC como o principal direcionador estratégico de seu desempenho socioambiental. “Trabalhamos baseados na orientação de construir processos ao longo de sua cadeia produtiva que sejam ambientalmente corretos, socialmente justos e economicamente viáveis. Por meio desta parceria [com o FSC] foi possível alinhar práticas sustentáveis já inseridas no dia a dia da Suzano, ao longo de sua história, com critérios e padrões internacionalmente reconhecidos”, explica.</p>
<p>De acordo com dados do WWF-Brasil, o FSC – sigla de Forest Stewardship Council, em português significa Conselho de Manejo Florestal – é hoje o selo verde mais reconhecido do planeta, com presença em mais de 75 países, gerando negócios da ordem de 5 bilhões de dólares em todo o mundo. “O FSC é o sistema de certificação florestal  e de cadeia de custódia de maior credibilidade e reconhecimento internacional, por sua transparência, rigor e comprovados benefícios gerados para as comunidades e para a biodiversidade. Adquirindo produtos que possuem a certificação FSC, o consumidor final contribui para o uso responsável dos recursos florestais em todo o mundo. Então, a Suzano acredita e investe, em todos os níveis, para que estes conceitos sejam disseminados internamente, aos seus clientes e junto à sociedade”, completa Adriano. Além do FSC, a Suzano possui também a certificação ISO 14001.</p>
<p>Como vemos, o consumo consciente é debatido a todo o momento. Mas, apesar de todos os esforços pela melhoria do planeta, ainda assim não é o suficiente a consciência somente por parte de grandes companhias e entidades que batalham pela preservação ambiental. Pensar sobre o uso responsável dos recursos naturais também deve partir dos consumidores. É preciso fazer a coleta seletiva de lixo para posterior reciclagem, fechar a torneira para economizar água, apagar as luzes para não desperdiçar energia. E evitar o uso do papel para impedir o desmatamento? Não, necessariamente. Evitar o uso desnecessário é tão importante como reaproveitar papéis já usados e adotar a utilização dos reciclados, mas estas ações são complementares às das fabricantes de papel.</p>
<p>“O papel branco, utilizado para leitura e escrita, é a forma mais correta de preservação dos recursos naturais”, afirma Antônio Gimenez, Gerente Geral de Negócios da International Paper, empresa especialista em fabricação de papéis e embalagens, com atuação ambientalmente responsável comprovadas pelas certificações ISO 14001, ISO 9001 e pelo selo Cerflor. Esta afirmação pode ser um choque, pois vai de acordo com o que poucas pessoas sabem: todo papel virgem é originário de áreas de reflorestamento, ou seja, de árvores plantadas somente para esse fim. “O mito sobre a produção do papel é muito ‘grosseiro’. No Brasil, 100% dos produtores não usam floresta natural, usam floresta plantada. Existe o paradoxo de que quanto mais papel se produz mais florestas são destruídas. E na verdade é ao contrário disso: quanto mais papel se produz, mais florestas são plantadas! E estas geralmente são as certificadas. Assim, a floresta certificada se torna mais segura, pois há respeito à fauna, à flora e aos recursos hídricos”, explica. E conclui: “os papéis considerados sustentáveis geralmente são os reciclados, e utilizar materiais reciclados também contribui bastante com a energia do planeta por gerar menos gastos, menos impostos”.</p>
<p>Portanto, você pode ficar tranquilo ao adquirir a caixa de leite, o bloco de papéis ou qualquer outro produto de papelaria, desde que este exiba um Selo Verde. “Comprar materiais certificados contribui com o planeta com um crescimento sustentável em sua essência, ou seja, do ponto de vista econômico, social e ambiental. É uma forma de garantir que as próximas gerações tenham uma boa qualidade de vida”, finaliza Valdeque.</p>
<p><strong>FSC &#8211; Forest Stewardship Council</strong></p>
<p>O Conselho de Manejo Florestal é uma organização internacional independente, que estabelece os princípios e critérios de manejo florestal sustentável, controlando, assim, as práticas produtivas.</p>
<p><strong>CERFLOR</strong></p>
<p>Iniciativa nacional de certificação florestal, cujas normas foram elaboradas pela Asso-ciação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). A aplicação do Certificado de Manejo Florestal Sustentável é feita pelo Instituto Nacional de Metrologia (INMETRO).</p>
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		<title>Produção Mais Limpa é nosso Goal!</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jul 2011 16:11:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caco</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>

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		<description><![CDATA[Todos sabem que não existe Indústria que não causa impacto em nosso planeta. As Gráficas, por exemplo, consomem energia, matérias primas e geram resíduos, como qualquer outra Indústria. Mas através de práticas sustentáveis como a Produção mais Limpa, é possível minimizar ao máximo estes impactos. A Produção mais Limpa significa a aplicação contínua de uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.ogra.com.br/wp-content/uploads/2011/07/produção-+-limpa.jpg"></a><a href="http://www.ogra.com.br/wp-content/uploads/2011/07/untitled.bmp"><img class="alignleft size-full wp-image-1146" title="untitled" src="http://www.ogra.com.br/wp-content/uploads/2011/07/untitled.bmp" alt="" /></a>Todos sabem que não existe Indústria que não causa impacto em nosso planeta. As Gráficas, por exemplo, consomem energia, matérias primas e geram resíduos, como qualquer outra Indústria. Mas através de práticas sustentáveis como a Produção mais Limpa, é possível minimizar ao máximo estes impactos.<span id="more-1138"></span></p>
<p>A Produção mais Limpa significa a aplicação contínua de uma estratégia econômica, ambiental e tecnológica integrada aos processos e produtos, a fim de aumentar a eficiência no uso de matérias-primas, água e energia, através da não geração, minimização ou reciclagem de resíduos gerados, com benefícios ambientais e econômicos para os processos produtivos.</p>
<p>Com base neste conceito, recentemente fizemos um grande investimento em um avançado software de gerenciamento de cores para pré-impressão, equipamento de impressão e CTP, tudo isso para reduzir os tempos de acerto, quantidade de papel necessária para acerto de máquina e principalmente o consumo de produtos químicos provenientes da revelação das chapas para impressão.</p>
<p>Com o novo software o fluxo de produção foi integrado, agora a máquina de impressão recebe via rede, todas as informações da distribuição de tinta, formato e espessura do papel, que se traduz em uma economia de mais de 50% de folhas utilizadas para acerto de máquina e redução de até 80% de produtos químicos provenientes da revelação das matrizes de impressão.</p>
<p>Mas nem só de tecnologia vive uma empresa, por esta razão os recentes investimentos também tem as pessoas como foco, quando buscamos sempre conscientizar e instruir os colaboradores a racionalizar os processos e trabalhar com menor consumo de matérias primas em cada operação. Todo este trabalho de melhoria da qualidade e capacitação culminou em nossa certificação ISO9000, que para nós foi muito natural e soma a nossa Certificação FSC, trás grandes contribuições a Produção Mais Limpa.</p>
<p>Portanto a Ogra Oficina Gráfica acredita que a Produção mais Limpa, é a única forma de garantir a satisfação da demanda por impressos de nossos clientes hoje, sem comprometer a possibilidade de satisfazer a demanda das novas gerações que estão por vir!</p>
<p>Carlos Suriani. <em></em></p>
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		<title>As coisas só se tornam reais quando publicadas em papel!</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Mar 2011 23:03:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caco</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>

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		<description><![CDATA[PRINTCONGRESS 2010 “Tenho certeza de queo FAZ (Frankfurter Allgemeine Zeitung) ainda será publicado em papel por pelo menos 50 ou 60 anos”, disse Frank Schirrmacher em sua apresentação no PrintCongress 2010. E essa opinião não seria nenhuma voz solitária, mas o coeditor do FAZ enxerga uma legítima e necessária reação à progressiva digitalização da sociedade, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.ogra.com.br/wp-content/uploads/2011/03/capa1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1125" title="capa" src="http://www.ogra.com.br/wp-content/uploads/2011/03/capa1.jpg" alt="" width="150" height="196" /></a>PRINTCONGRESS 2010 </strong>“Tenho certeza de queo FAZ (Frankfurter Allgemeine Zeitung) ainda será publicado em papel por pelo menos 50 ou 60 anos”, disse Frank Schirrmacher em sua apresentação no PrintCongress 2010. <span id="more-1122"></span></p>
<p>E essa opinião não seria nenhuma voz solitária, mas o coeditor do FAZ enxerga uma legítima e necessária reação à progressiva digitalização da sociedade, porque só o impresso teria a capacidade de “treinar” adequadamente o nosso cérebro.<!--more--></p>
<p>Todos nós conhecemos a cena à exaustão:você está concentrado no seu trabalho e vai<br />
avançando bem. Aí ouveum “ping” e seu computador informa que chegou correio. Você verifica o programa postal e lê a mensagem. Responde também “bem depressa”, quando se lembra de que queria verificar algo na internet.<br />
Além disso, precisa ler o SMS que acabou de chegar. Até você voltar ao seu trabalho, lá se foram bem uns 20 minutos. E aí você encara a tela e pensa:<br />
“O que diabos eu queria fazer agora mesmo?”</p>
<p>O fenômeno é um clássico caso de “sobrecarga de informação” e um exemplo marcante tanto quea mídia digital já domina nossa vida diária, e tambémdas consequências que este fato acarreta.</p>
<p>Frank Schirrmacher, coeditor do FAZ e autor delivros, destacou no PrintCongress 2010 claramente o que nos poderá sobrevir daqui para frente com a crescente digitalização– e constatou que o fim da “galáxia de Gutenberg” está longe<br />
de ser alcançado.</p>
<p>HAPPY HOURS DIGITAIS. Até agora tudo se deu de forma diferente dos prognósticos, constata Schirrmachere invoca para isso o professor americano Cass R. Sunstein, de Harvard.</p>
<p>Sunstein era tido nos EUA como uma espécie de “guru digital”. Com seus escritos sobre a teoria de uma sociedade plenamente digitalizada, integradaem rede e sem papel, conseguiu tornar-se conselheiro de Barack Obama.</p>
<p>Em seuúltimo livro, Sunstein faz uma revisão de todas as suas teses. Assim, por exemplo, ele sempre defendera a opinião de quea integração em rede de muitas e diferentes pessoas em plataformas digitais geraria um conceito totalmente novo de verdade. Ocorreu o oposto: “Onde quer que seexamine algum blog, sempre se encontrarão grupos totalmente uniformes. Não existem opiniões atravessadas.”</p>
<p>A comparação com a happy hour é bem adequada: “Sempre se convida alguém afim e não se deseja a presença de perturbadores.” Segundo Schirrmacher, essa reconsideração, esse afastamento do admirável mundo novo digital que vem ocorrendo no momento nos EUA, não significa que o mundo digital desaparecerá – é claro que não.<br />
Todavia ele prognostica que os impressos adquirirão uma função totalmente nova na sociedade.</p>
<p>SOBRECARGA DE INFORMAÇÃO.<br />
O cenário do mundo digital segundo a descrição de Schirrmacher destrói ilusões e assusta. Se observarmos os efeitos que a leitura em equipamentos digitais provoca nas pessoas, constata-se que se trata de nada menos que uma revolução. De acordo com isso, Schirrmacher também lança mão de um exemplo da revolução industrial defins do século XIX. Naquela ocasião surgiu pela primeira vez um quadro mórbido chamado “fadiga”, também conhecido como exaustão ou burnout. Consta que esse quadro foi desencadeado simplesmente por dificuldades de adaptação das pessoas ao novo modo de trabalho com tecnologia mecânica. “Tratava-se de gente da lavoura que não conseguia trabalhar com máquinas muitas vezes altamente diferenciadas.”</p>
<p>Do ponto de vista atual, a solução parece até simplória: quem tiver problemas de adaptação,<br />
precisa ser treinado adequadamente. Naquela época surgiu a educação física nas escolas, estabeleceu-se a “corrida de fundo” e a alimentação foi adaptadaàs novas atividades. Ou seja, procurou-se substituir algo que as máquinas tiravam do homem.</p>
<p>Segundo Frank Schirrmacher, “hoje, no século XXI, ocorre exatamente o mesmo – só que se refere a outros músculos”. E o “músculo” que as tecnologias digitais modificaram – e maciçamente – seria o cérebro. Este reagiria à leitura de telas de modo totalmente diferente à leitura do papel. A leitura da tela, em que na maioria das vezes há vários programas abertos, seria sempre uma tarefa múltipla.</p>
<p>O exemplo do dia a dia de escritório citado inicialmente expõe muito claramente o problema resultante disso.</p>
<p>Também a memória de curto prazo sofre em ambientes de constante distração. Segundo Schirrmacher, enquanto antigamente aindaconseguíamos manter simultaneamente sete conceitos na cabeça, hoje a média caiu para três.</p>
<p>Consta que empresas como a Microsoft já teriam criado nos EUA uma força-tarefa chamada“Information Overload” (sobrecarga de informação), que deverá ocupar-sedesse problema.“Precisamos partir da premissa de que o processo se intensificará cada vez mais”, prognostica.</p>
<p>Frank Schirrmacher analisa os efeitos da leitura na tela sobre o ser humano: “Não há no momento nenhum indício de que as tecnologias digitais exerceriam qualquer efeito de treinamento sobre o cérebro.”</p>
<p>’’ Nos blogs encontram-se sempre grupos uniformes, em que não existem opiniões atravessadas.</p>
<p>Schirrmacher. Atualmente não existiria nenhum indício de queas tecnologias digitais exerçam qualquer efeito de treinamento sobre o cérebro. Pelo contrário: “O cérebrode umapessoa modifica-se num prazo de duas semanas depois de ter tido o primeiro contato com computadores”, alerta ele.</p>
<p>LIVROS POR PRESCRIÇÃO?</p>
<p>Schirrmacherenxergano seguinte um motivo para as alterações que a leitura em mídia digital acarreta: nossocérebro contém o que se chama de neurônios retardadores, que se encarregam defiltraras informações quedesabam sobre nós, habilitando-nos a estabelecer prioridades. Dito emtermos grosseiros, protegem-nos depirar.  Sem eles, diz Schirrmacher, viveríamos uma simultaneidadetotal.Na internet, porém, esses neurônios retardadores seriam praticamente paralisados ouaté queimados. Este seria o motivo pelo qual não conseguimos lembrar praticamente nada ao términodaleitura online deum artigo, junto com talvez ainda vinte a trinta comentários.</p>
<p>Segundo o relatório deleitura do ministério da educação americano, já existe um significativonúmero de pessoas quenem sequer mais têm condições de entender um texto integral. E nãose trata, por exemplo, de Proust, mas de rotulagensou algo similar. Já na leitura em papelesses efeitos não ocorreriam.</p>
<p>A conclusão de Schirrmacher e, ao que tudo indica, também da moderna pesquisa sociológica,é: tal como na virada do século se começou a treinar as pessoas para um novo ambiente detrabalho e de vida, necessita-se hoje de um treinamento– para o cérebro: o prognóstico de Schirrmacher é que, “na sociedade digitalizada,a leitura em papel não será apenas um processode comunicação, mas um processo terapêutico”.</p>
<p>Desta forma, a leitura em papel teria um comprovado efeito de treinamento sobre os neurônios retardadores. Poderá chegar a haver aulas compulsórias de leitura em papel, porque“as coisas só se tornam reais quando são publicadas em papel.”</p>
<p>IMPRESSO: UM ASSUNTO PARTICULAR.</p>
<p>Este não seria o único efeito positivo da informação impressa que Schirrmacher destaca. Ainda impressionado com o que viu em suaviagem aos EUA e com as conversas, inclusive com Eric Schmidt, o chefe do Google, ele observa: “Quando quer que alguém se mova pela rede, a cada segundo é observado, triado e analisado. Percebe- se isso ao receber de repente propaganda sabe-se lá de onde. Percebe-se também aoser encaminhado sempre a mais alguma outra coisa e pelo fato de precisar tornar-secadavez mais transparente para extrair resultados da rede.” Exatamente isto serião grande modelo de negócio do Google.</p>
<p>Esse processo estaria passando por umavisível intensificação. Todas as informações que transmitimos consciente ouinconscientemente pela rede – e não se trata apenas da internet, mas também do celular, seriam entrelaçadas, arquivadas e usadas para montar um detalhado perfil. Segundo Schirrmacher, nãodemora até as pessoas perceberem isso como realidade. Percebem-no na entrevista com o gerente de pessoal, quando naturalmente recebem sobre amesa suas contas do Facebook. Notam também que a esta altura as pessoas são analisadas porcomputadores – seja na consulta médica ou onde for.</p>
<p>Assim, Schirrmachercita Eric Schmidt: “Nossa ideia é transformar todaa comunicação do mundo em textos, para a partir deles criar modelos que tornem previsível o comportamento humano. Se você hoje à noite pretender ir a um concerto, saberemos prever para você se ele será bom ouruim– tudo combase em comunicação digital em tempo real.”</p>
<p>Outro exemplo poderia ser a política de pessoal da IBM: segundo consta, ali os empregados já passaram por uma análise taxonômica tal que a empresa possui modelos decada empregado que permitem conclusões sobre o seu comportamento: “O funcionário X é comparável ao funcionário YZ – e assim ele será daqui a 20 anos.” Aqui,a rede há muito já não seria mais percebida como meio de comunicação. Seria antes algo que deverá moldar, analisar e motivar o homem em sua realidadede de vida.</p>
<p>Diante desse pano de fundo – “e aí também vejo uma tarefa para o impresso” – o papel seria a única ilha de comunicação não vigiada na sociedadedo futuro. “Quanto mais esses sistemas se desenvolverem, tanto mais isto setornará um fator de sobrevivência extremamente importante para os impressos.” No entanto, de modo nenhum seria o único: segundo Frank Schirrmacher, em um mundo cada vez mais digital o impresso é algo que confere valor às coisas e que representa algo que merece ser preservado.</p>
<p>Já haveria evidências de um movimento contrário à progressiva digitalização com todas as suas facetas. O desejo de estar offline, de dispor de uma área privada e indevassável, estaria cada vez mais forte. Nos Estados Unidos, esse movimento contrário partiria<br />
até das crianças e jovens, considerados particularmente afins à digitalização, que já estão se rebelando com a atenção queo novo “irmãozinho” chamado iPhone ouBlackberry requer<br />
dos seus pais.<br />
Ainda assim, o prognóstico final de Frank Schirrmacher depois de todos esses cenários de dar<br />
medo é alentador: “Estou convicto de que após uma fase de total exagero haverá umacoexistência entre os meios impressos e online.” Seu apelo ao público é: “Não caia na conversa de que eles seriam os revolucionários e você o passado.<br />
Tudo indica que o futuro estará em outro lugar.” Eis o recado.</p>
<p>Perfil pessoal Frank Schirrmacher é jornalista, cientista literário e ensaísta alemão, autor delivros e, desde 1994, coeditor do jornal Frankfurter Allgemeine Zeitung (FAZ).<br />
Suas obras mais conhecidas são o livro Das Methusalem-Komplott“ (O complô Matusalém), publicado em 2004, e o livro de 2009 intitulado Payback.  Por que na era da informação somos forçados a fazer o que não queremos e como reconquistar o controle sobre o nosso pensamento). Neste último, Schirrmacher discute – tal como em sua palestra – a influência<br />
dos modernos meios de informação sobre o homem. Schirrmacher comenta os perigos da rede:“  Onde quer que você se mova pela rede, a cada segundo você é observado,<br />
triado e analisado. ’’ O impresso é a única ilha de comunicação não monitorada na<br />
sociedade do futuro&#8221;.</p>
<p>Fonte: Revista PrintComBrasil edição 78.</p>
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		<title>Visite nossa Cozinha!</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Feb 2011 16:34:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caco</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>

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		<description><![CDATA[A alguns anos, eu e minha irmã estávamos em Santos visitando alguns clientes e aproveitando que estávamos lá, próximo ao meio dia, resolvemos almoçar a beira mar em um famoso restaurante especializado em frutos do mar.  Minha irmã pediu um peixe chamado Badejo, que segundo ela, estava maravilho. Como eu não simpatizo com peixes ou frutos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.ogra.com.br/wp-content/uploads/2011/02/Pages-from-Jornal-Mural22.jpg"><img class="size-medium wp-image-1117 alignleft" title="Pages from Jornal Mural2" src="http://www.ogra.com.br/wp-content/uploads/2011/02/Pages-from-Jornal-Mural22-219x300.jpg" alt="" width="224" height="300" /></a>A alguns anos, eu e minha irmã estávamos em Santos visitando alguns clientes e aproveitando que estávamos lá, próximo ao meio dia, resolvemos almoçar a beira mar em um famoso restaurante especializado em frutos do mar.<span id="more-1101"></span></p>
<p> Minha irmã pediu um peixe chamado Badejo, que segundo ela, estava maravilho. Como eu não simpatizo com peixes ou frutos do mar, pedi um risoto de frango, que diferente do prato de minha irmã, estava terrível, parecia Canja de Galinha, aguado e extremamente salgado!</p>
<p>Depois deste dia aprendi uma lição: Nunca mais pedirei por pratos que não se encontrem entre as especialidades da casa!</p>
<p>Imagino que você leitor, deva estar se perguntando: O que restaurante tem a ver com gráfica?</p>
<p>Na verdade, o universo das gráficas não é diferente do universo dos restaurantes! Muita gente ainda acha que gráfica imprimi de tudo e que são todas iguais! Do mesmo jeito que temos restaurantes especializados em massas, peixes e carnes, por exemplo, as gráficas também têm suas especialidades!</p>
<p>Com a variedade de tecnologias disponíveis no mercado, é impossível que o empresário gráfico tenha capital para investir em todas as soluções ofertadas pelos fornecedores de máquinas e softwares. Por conta disso, as gráficas focam certos nichos de mercado em busca de eficiência e rentabilidade. A especialização é a única forma de oferecer prazos curtos, preços competitivos e a alta qualidade que o mercado demanda.</p>
<p>Hoje em nosso Mercado gráfico, existem inúmeros segmentos extremamente especializados que vão desde o Promocional, de Embalagens, o Editorial, de Sinalização, Digital, Silk screen, sem deixar de citar setores que se fundiram como o de Transpromocional e o de Embalagens Promocionais.</p>
<p>Na era da especialização, se você que procura parceiros gráficos para seus projetos, precisa conhecer a fundo as características de cada gráfica e saber selecionar o fornecedor certo para o projeto certo. Só assim pagará o custo apropriado, receberá a qualidade esperada e o trabalho dentro do prazo estipulado!</p>
<p>Outra dica importante, é não ter apenas uma gráfica como parceira, faça um levantamento de todos os produtos e serviços gráficos que sua empresa demanda, e busque novos parceiros que poderão trazer maiores benefícios a sua empresa.</p>
<p>Tenha cuidado com vendedores mal informados, a falta de conhecimento sobre a especialidade da gráfica, pode gerar prejuízos a ambas as partes. Vendedores gráficos sem visão de mercado e mal treinados assumem compromissos que podem não ser cumpridos. Isso é típico de vendedor não conhece os pontos fortes e fracos da empresa em que ele representa.</p>
<p>A responsabilidade dos projetos gráficos deve ser compartilhada entre clientes e gráficos, por conta disso os Produtores Gráficos e compradores de impressos, devem pesquisar mais, visitar o parque gráfico de seus fornecedores e jamais ter apenas uma gráfica como parceira, já que a diversidade de novos projetos hoje é muito maior que alguns anos atrás.</p>
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		<title>Dicas de preparação de arquivos.</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Sep 2010 17:54:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caco</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ogra.com.br/?p=1040</guid>
		<description><![CDATA[Dicas para auxiliá-lo durante a preparação dos arquivos para impressão. Quando recebemos seus arquivos, estamos tendo contato com eles pela primeira vez. Não sabemos como foram feitos e como as imagens e gráficos foram importados. Por outro lado, você, sabe exatamente como ele foi preparado e deve usar essas técnicas no seu trabalho para evitar possíveis [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Dicas para auxiliá-lo durante a preparação dos arquivos para impressão</strong>.</p>
<p>Quando recebemos seus arquivos, estamos tendo contato com eles pela primeira vez. Não sabemos como foram feitos e como as imagens e gráficos foram importados.<span id="more-1040"></span></p>
<p>Por outro lado, você, sabe exatamente como ele foi preparado e deve usar essas técnicas no seu trabalho para evitar possíveis problemas.</p>
<p>Abordaremos a partir de agora os problemas mais comuns associados a fotolito digital e CTP e como evitá-los.</p>
<p><strong>Ferramenta correta </strong></p>
<p>Sempre faça a diagramação/finalização do trabalho em programas específicos para tal fim, como Adobe InDesign, Adobe Illustrator, CorelDraw, etc. Programas como, por exemplo, o Microsoft Word, são apenas processadores de texto (embora incluam muitas facilidades), possuem recursos limitados com relação à produção de fotolitos profissionais, portanto, muita coisa pode se perder na conversão.</p>
<p>Outro programa que possui pouca compatibilidade com saídas profissionais é o Microsoft PowerPoint, pelas mesmas razões acima.</p>
<p>Utilize o Word apenas para enviar texto corrido para ser posteriormente diagramado. Indique sempre qual o programa e qual a versão que foi utilizada para criar seu trabalho.</p>
<p><strong>Layout / Visualização </strong></p>
<p>Envie sempre prova do seu trabalho com as últimas modificações e de preferência no tamanho 1:1. Em caso de arquivos via Internet exporte uma cópia como JPG. (para visualização) e envie junto com o arquivo original.</p>
<p>Anote qualquer observação que for necessária no seu trabalho, tais como: camada para silk ou offset, filmes negativos, lineatura, número de cores, cores especiais, montagens, traçados de faca especial etc.</p>
<p>Não mande arquivos com páginas em branco ou com páginas que não devem ser impressas.</p>
<p>Elimine todos os objetos que estiverem fora da página ou que não devam ser impressos.</p>
<p><strong>Fontes </strong></p>
<p>Envie todas as fontes usadas no seu arquivo com suas devidas famílias (ex. bold, itálica, etc).</p>
<p>Marcar as opções bold e/ou itálico para fontes pode funcionar para a tela ou impressão em baixa resolução mais quando formos imprimir em alta resolução pode não funcionar, você deve ter certeza de que tem a fonte que quer usar e sua respectiva família. (ex. usar Helvetica e Helvética Bold funciona, pois existe esta fonte correspondente. Agora, usar Futura Black e depois selecionar a opção Bold não irá funcionar, pois não existe a fonte Futura Black Bold. Neste caso você deve usar a fonte Futura Extra Black).</p>
<p>Sempre envie as fontes de tela (.pfm) e as fontes de impressão (.pfb), para as fontes Adobe Postscript Type 1 e para TrueType envie somente as (.ttf).</p>
<p><strong>Fotos e Imagens</strong></p>
<p>Para os serviços coloridos observe se suas imagens estão em CMYK, com uma resolução de no mínimo 300 dpi e no mesmo tamanho (dimensão) que será impresso.<br />
Use preferencialmente imagens no formato TIFF (método mais flexível e confiável de gravar imagens e fotos) e suas ilustrações e gráficos em EPS vetor. Outros formatos de arquivo/imagens podem comprometer sua qualidade.</p>
<p>Links são os arquivos adicionais que compõem seu trabalho (scans, ilustrações, etc.). Uma regra muito importante para a saída em PostScript é NUNCA utilizar cut/paste (por ex. dar Copy de uma ilustração no CorelDraw e Paste no InDesign). Imagens inseridas no arquivo através deste método terão processamento errôneo pelo PostScript (podem sair cortados, com cores trocadas e até mesmo sair em branco). A única maneira segura é, no caso de scans (imagens scaneadas), criar um arquivo .TIF (não use .BMP ou .PCX) do scanner e as inserir através do comando PLACE do InDesign.</p>
<p>Com relação às ilustrações (desenhos vetorizados de Corel, Illustrator, etc.), exportar para .EPS (encapsulated postscript) e importar no InDesign.</p>
<p>Não se esqueça de enviar todos os arquivos (.TIF e .EPS) junto com o arquivo do InDesign. Confira se todas as imagens estão com os “links” corretos e atualizados. Evite usar nomes longos ou com caracteres especiais (*/#-) ou trocar seus nomes depois de lincados (linked).</p>
<p>Evite rotacionar ou mudar o tamanho das imagens nos programas de ilustração ou de paginação, faça isso nos próprios programas de edição de imagem (Photoshop).</p>
<p>Não amplie suas imagens. Escaneie de novo caso você precise em um formato maior. Quando você amplia, elas na verdade estão perdendo resolução e com isso, qualidade.</p>
<p>Quando for criar um trabalho com cores especiais, utilize a paleta de cores pantone e não se esqueça de sempre criá-la como uma cor SPOT, para que ela fique em um canal separado dos canais de Ciano, Magenta, Amarelo e Preto. Assim, você tem certeza que as separações serão feitas corretamente.</p>
<p>Quando o seu trabalho tiver uma faca especial, deixe o traçado numa cor pantone e escolha a opção &#8220;overprint outline&#8221; ou &#8220;impressão sobreposta do contorno&#8221; para que o traçado da faca não saia impresso junto com as cores CMYK do trabalho e nem vazado em nenhuma imagem da arte final.</p>
<p>Não utilize cores RGB, use sempre CMYK ou cores especiais.</p>
<p>Elimine todas as cores especiais caso não necessite delas.</p>
<p>Sangria – Imagens (fios, desenhos, fotografias, bendays, etc.) cujos limites cheguem a tocar na margem da página, estes devem ser ampliados (aumentados) de modo que ultrapassem o limite da página em pelo menos dois ou três milímetros. Esta compensação é para prevenir possíveis variações no corte final (refile), evitando bodas brancas inesperadas junto às margens.</p>
<p>Atenção: Não use espessura de fios &#8220;Hairline&#8221;, eles ficarão quase invisíveis a uma resolução acima de 1200 DPI, utilize 0.3 mm para fios finos.</p>
<p><strong>Fechamento de arquivo</strong></p>
<p>Não há segredo em se gerar um arquivo fechado para impressão em gráfica, se todos os cuidados descritos acima forem tomados antes da finalização.</p>
<p>Hoje em dia, todo o programa gráfico já tem a opção de &#8220;Salvar, Imprimir ou Exportar em PDF&#8221; embutida neles.</p>
<p>Então, basta escolher esta opção, e na caixa de diálogo de impressão, escolher a pré-definição de impressora PDF/X1-a, pois ela já comporta as principais configurações para um fechamento seguro de pdf.</p>
<p>Em seguida, para se certificar de que as opções foram pré-selecionadas, confira os seguintes itens:</p>
<p>- Se as páginas desejadas estão selecionadas;</p>
<p>- Se a opção sangria e marca de corte está selecionada;</p>
<p>- Se todas as imagens (links) estão incorporadas e em alta resolução (300dpi);</p>
<p>- Se a saída será feita em CMYK Composite;</p>
<p>Em seguida e só salvar o seu pdf.</p>
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		<title>Livro impresso é mais sustentável que e-book!</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 12:10:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caco</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>

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		<description><![CDATA[  Pesquisa encomendada pela Hachette Livre, maior editora francesa que pertence ao grupo Largardere, compara ambientalmente os livros em papel com os e-readers e constatou que: considerando a realidade francesa, um e-reader só seria melhor ecologicamente que o livro em papel se o usuário lesse mais de 80 livros por ano.  A seguir, trechos extraídos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src='http://ogra.com.br/wp-content/plugins/simple-post-thumbnails/timthumb.php?src=/wp-content/thumbnails/413.jpg&amp;w=200&amp;h=150&amp;zc=1&amp;ft=jpg' alt='post thumbnail' /></p>
<p>  <span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Pesquisa encomendada pela <em>Hachette Livre</em>, maior editora francesa que pertence ao grupo Largardere, compara ambientalmente os livros em papel com os e-readers e constatou que: </span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">considerando a realidade francesa,<em> um e-reader só seria melhor ecologicamente que o livro em papel se o usuário lesse mais de 80 livros por ano.<span id="more-413"></span></em> </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">A seguir, trechos extraídos do </span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em>Annual Financial Report </em></span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">do grupo francês </span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em>Largardere</em></span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">, dono de </span></span><tt><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em>HACHETTE LIVRE</em></span></span></tt><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">, maior editora francesa que encomendou o estudo:</span></span></p>
<p><strong><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em>La Tribune – 04/06/2009 – 698 mots:</em></span></span></strong></p>
<p><strong>“<span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em>Le vieux bouquin moins polluant que l’e-book”</em></span></span></strong></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em>O livro tradicional é menos poluente do que o e-book </em></span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">A comparação entre a pegada de carbono de um livro em papel e de um livro eletrônico beneficia o primeiro. Pelo menos até agora.<br />
Quantos livros colocar na sua bagagem para este Verão? O máximo possível para escolher, a leitura acumulada durante o ano? Muito pesado… Com o e-book ou livro eletrônico se pode carregar uma biblioteca em uma pequena unidade de 20 cm com peso inferior a 300g, eliminando o dilema acima. Menos papel, isso também significa cortar menos árvores, menos caixas transportadas por caminhões de entrega poluentes? Essa idéia é comum, mas falsa: o e-book é ecologicamente menos correto do que o livro tradicional. Pelo menos é isso que aponta o resultado de um estudo para Hachette Livre, editor que representa um quarto da produção francesa de livros. </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em><strong>Pegada de carbono </strong></em></span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">A pegada de carbono da Hachette, a pesquisa foi coordenada pela Carbon 4 (Jean-Marc Jancovici e Granjean Alain) determinou que a pegada de carbono do grupo, ou seja, todas as emissões de gases do efeito de estufa emitidos no ciclo de vida dos livros publicados pela Hachette na França foi de 178.000 toneladas de CO2, para 163 milhões de cópias em um ano. Peso equivalente a pouco menos de 1 por quilo, em média, com variações dependendo de um livro de bolso (algumas centenas de gramas) ou um bloco grande de várias centenas de páginas (de alguns quilos). </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O e-book, se levarmos em conta todos os materiais utilizados na sua construção (chips, tela, bateria), o transporte dos equipamentos, muitas vezes produzidos na China, a entrega às lojas, a electricidade consumida para a sua utilização (carregamento das baterias, os servidores onde os livros são armazenados como arquivos), e de reciclagem no final da vida exibe um recorde de 240 kg, de acordo com uma estimativa da Carbone 4, a partir de avaliações feitas pela ADEME para computadores. Seriam 80 kg por ano, assumindo uma vida útil do dispositivo de três anos. Conclusão: A menos que você leia 80 livros por ano, um nível além do alcance da maioria dos leitores na França, o livro de papel é menos prejudicial ao planeta. </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Isso Blunden Ronald, diretor de comunicação da Hachette e organizador do comitê de direção do grupo de desenvolvimento sustentável, que encomendou a Carbone 4 a comparação, além da pegada de carbono de seu grupo. “Ouvimos mais uma vez que o e-book deteria a destruição das florestas”, diz ele. Embora mais de 40% das emissões provenientes da produção de um livro sejam por conta do papel, 17% vêm de impressão e 8% de transporte de mercadorias entre papelarias e impressoras. Mas pelo menos “dois terços do papel utilizado para livros de nossas florestas são certificados pelo FSC [Forest Stewardship Council], isto é, as árvores cortadas são replantadas. Quanto às obras não vendidas, seu papel é reciclado. </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Se a comparação se comporta, sem dúvida, em favor do livro tradicional, a equivalência 1 e-book = 80 livros em termos de emissões de carbono, no entanto, depende de métodos e pressupostos. Nos EUA, onde as distâncias de transporte são maiores, onde a percentagem de eletricidade produzida por combustíveis fósseis é muito superior à França, e onde o impacto sobre as florestas é contabilizado de forma diferente, a estimativa proporciona aos editores uma pegada de carbono de alguns quilos para um livro. Ronald Blunden também admite que o relatório irá evoluir de forma positiva para o e-book. “Nós falamos aqui da primeira geração de e-books. O próximo irá melhorar a sua pegada de carbono.”</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">E, como mostra a última versão do Kindle da Amazon e-book torna-se mais versátil. Não só é possível ler livros, mas também jornais e revistas. No futuro, seria possível ler alguns livros por ano e os jornais diários em seu e-book para ter uma pegada de carbono equivalente a uma leitura no papel. Mas nestas férias, com exceção daqueles que vão devorar dezenas de títulos em um mês, o comportamento ambientalmente correto é carregar as malas com bons velhos livros de papel que podem cair sem temer a areia na praia.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em><span style="color: #2f2f2f;">par la Rédaction de France graphique </span></em></span></span></p>
<p><strong><span style="color: #2f2f2f;">“<span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Le livre papier plus écolo que l’e-book</span></span></span></strong><span style="color: #2f2f2f;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;"> “</span></span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O LIVRO é mais verde do que o E-BOOK </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em>Ter, 01/05/2010 – 05:55 – William </em></span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O final do ano apontou o aumento no consumo de e-books: Kindle E-Reader, Bookeen, Iliad, etc. Estes gigantes compartilharam o momento do mercado, enquanto aguardavam a chegada do I Pad que pode sacudir novamente o negócio, assim como aconteceu com o iPod e o iPhone. </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">No entanto, grandes varejistas que distribuem esses produtos não contavam com um estudo realizado pela agência Carbone 4 no início do ano 2009, em nome da Hachette Livre, maior editor francês. </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O estudo mede a pegada de carbono do grupo ou as emissões globais de gases de efeito estufa emitidos no ciclo de vida de livros publicados pela Hachette, na França. Carbon 4 considera que o grupo emitiu 178 000 toneladas de CO2 para 163 milhões de exemplares publicados em 2008. Convertidos em um livro, este valor é de 1 kg, em média. Por sua vez, o e-book apresenta um recorde de 240 kg de CO2 emitidos, tendo em conta a fabricação de peças (metodologia desenvolvida pela ADEME para computadores). </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Se considerarmos que a vida de um e-book é de três anos, sua pegada de carbono seria de 80 kg por ano, ou 80 vezes mais do que um livro impresso. Ronald Blunden, diretor de comunicação da Hachette Livre e organizador do comitê de direção do grupo de Desenvolvimento Sustentável, foi responsável por encomendar a comparação. </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Ele declarou em junho passado que “ouviu mais uma vez que, graças ao e-book, se deteria a destruição das florestas. Enquanto mais de 40% das emissões provenientes da produção de um livro vem do papel. Mas pelo menos dois terços do papel utilizado para os nossos livros são certificados pelo FSC. Ronald Blunden reconhece, contudo, que esta relação deve mudar para o e-book nos próximos anos com a chegada das novas gerações: <em>“Nós falamos aqui da primeira geração de e-books. O próximo irá melhorar a sua pegada de carbono. ”</em> </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">por Editores do gráfico França</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Para maiores informações: Carbone4.com</span></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Cartilha para Fechamento de Arquivos</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 18:05:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.trz.com.br/ogra/?p=52</guid>
		<description><![CDATA[Atualmente, a comissão de Estudos de Pré-impressão do ABNT/ONS -27 encontra-se empenhada em traduzir e homologar a norma Internacional que define regras de intercâmbio de arquivos digitais para uso gráfico em Formato de Documento Portátil &#8211; PDF (Portable Document Format). Desenvolvido pela Adobe Systems Incorporated, o formato PDF, já se consolidou como novo padrão mundial [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src='http://ogra.com.br/wp-content/plugins/simple-post-thumbnails/timthumb.php?src=/wp-content/thumbnails/52.gif&amp;w=200&amp;h=150&amp;zc=1&amp;ft=jpg' alt='post thumbnail' /></p>
<p>Atualmente, a comissão de Estudos de Pré-impressão do ABNT/ONS -27 encontra-se empenhada em traduzir e homologar a norma Internacional que define regras de intercâmbio de arquivos digitais para uso gráfico em Formato de Documento Portátil &#8211; PDF (Portable Document Format). Desenvolvido pela Adobe Systems Incorporated, o formato PDF, já se consolidou como novo padrão mundial de transferência de documentos destinados a impressão. Sua confiabilidade e eficiência, no entanto, dependem de regras e procedimentos estritos de construção, normalizados como padrão PDF/X-3.<span id="more-52"></span></p>
<p>Fruto de um trabalho coletivo, essa cartilha foi discutida e elaborada por técnicos gabaritados que buscaram escrever em linguagem simples e de forma didática, as instruções e informações necessárias para a geração de arquivos PDF/X-3 adequados à nova norma internacional.</p>
<p>Para baixar gratuitamente esta cartilha acesse o link no site da ABTG: <a href="http://www.abtg.org.br/index.php/br/downloads/cat_view/151-cartilhas">http://www.abtg.org.br/index.php/br/downloads/cat_view/151-cartilhas</a><!--more--></p>
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		</item>
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		<title>Reciclato Branco</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 17:31:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.trz.com.br/ogra/?p=43</guid>
		<description><![CDATA[Gostaria de compartilhar o lançamento do reciclato branco fabricado pela Suzano. O Reciclato branco da suzano, reproduz as cores com mais fidelidade e também possuem Certificação FSC, pois ele é composto de 25% de fibras pós-consumo (ou seja, de escritórios e residências) e 75% pré-consumo (aparas de sobras da própria fábrica FSC). A má notícia é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src='http://ogra.com.br/wp-content/plugins/simple-post-thumbnails/timthumb.php?src=/wp-content/thumbnails/43.jpg&amp;w=200&amp;h=150&amp;zc=1&amp;ft=jpg' alt='post thumbnail' /></p>
<p><a href="http://www.ogra.com.br/wp-content/uploads/2009/11/reciclato_branco2.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-296" title="reciclato_branco" src="http://www.ogra.com.br/wp-content/uploads/2009/11/reciclato_branco2.jpg" alt="" width="123" height="122" /></a>Gostaria de compartilhar o lançamento do reciclato branco fabricado pela Suzano.</p>
<p>O Reciclato branco da suzano, reproduz as cores com mais fidelidade e também possuem Certificação FSC, pois ele é composto de 25% de fibras pós-consumo (ou seja, de escritórios e residências) e 75% pré-consumo (aparas de sobras da própria fábrica FSC).<span id="more-43"></span></p>
<p>A má notícia é que o Reciclato Branco por enquanto encontra-se disponível apenas nas gramaturas de 75 e 90g/m².</p>
<p>Para se ter uma idéia da tonalidade do novo papel da Suzano, ele é muito próximo do Marrakech Giz, e possui as fibras do reciclato tradicional.<br />
Quem quiser saber mais sobre este assunto, mande um e-mail que terei prazer em fazer uma visita e levar algumas amostras.</p>
<p>Carlos Suriani</p>
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